FAMILY

As famílias de Patricia Viera, Paulo Borges, Isabela Frugiuele, Natalie Klein, Riccy Souza Aranha e Gloria Coelho para a matéria "Laços de Família" publicada na revista Vogue.

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OLHOS

Materia escrita por Luciane Coelho, publicada na revista RBShopping Collection.

Olhos Bem Abertos.
Com instinto, percepção e técnica, J.R.Duran fala um pouco do seu trabalho e de como vê a fotografia
“Deixo os meus olhos abertos o tempo todo. E a minha mente também” Diz J.R.Duran, um doa maiores fotógrafos que o Brasil já viu. Catalão, Duran atravessou o oceano em 1970 para encantar a todos com o seu olhas observador e com o seu trabalho perfeccionista e incontestável.
Duran está acostumado a trabalhar com estrelas; Mas se recusa a ser uma, apesar do inúmeros prêmios que já recebeu. “Na verdade não dou muita importância para prêmios. É uma coisa efêmera, passageira. Tudo o que é premiado diz respeito a um trabalho já feito e eu tenho é que olhar para o futuro”.
É com esse olhar para o futuro que faz questão de representar o novo as pessoas. Surpreende e muitas vezes mostra um olhar que o público nem sequer sabe que pode vir a gostar. “Tem que se estar antes. Absorver, tem que se ter uma antecipação”, diz com a segurança dos que sabem do que falam. Principalmente no fotografia de moda, que exige mesmo uma antecipação para ter a qualidade exigida. “Essa qualidade só se aprende levando tombos para descobrir que as coisas não funcionam de certa maneira”
E será que é possível aprender a educar o olhar? Modesto, Duran responde que sim. “Como tudo na vida, sim. É possível aprender. As pessoas não nascem sabendo”. Nessa hora cita Mozart ou Michelangelo. E como fazer isso? “Olhos abertos para ver tudo. Entender o mundo. É preciso saber observar a arquitetura, observar o sol, o vento, como os animais andam, como as pessoas conversam. É preciso ter sinergia”. Duran surpreende também com suas respostas. Pois quando achamos que ele vai nos dar alguma fórmula mágica de como ser um bom fotógrafo, ele dá uma aula sobre a vida. E completa: “Só entendendo o mundo é possível captar coisas queos outros não conseguem alcançar”.
Não se incomoda nem um pouco com a popularização da fotografia, principalmente nas redes sociais. “Encaro como a escrita, por exemplo. Uma coisa é saber escrever, outra é ser escritor. Uma é jogar futebol, outra é serfutebolista”.
Voltando à sinergia, o grande senhor da fotografia brasileira dá crédito ao seu time, que trabalha para criar um universo estético em suas imagens: “É um trabalho de equipe, uma conversa, uma convergência. Em um editorial de moda, por exemplo, obedeço um processo de montagem. Tenho que saber exatamente o que vou mostrar, o que não deixa de ser um desafio. Fazer algo que ninguém tenha visto antes. Como se eu estivesse em uma cozinha. Preciso misturar os ingredientes”, diz.
Sem esquecer, obviamente, da parte mecânica, que considera também importante. E lembra o colega de profissão, o aclamado Richard Avedon, que dizia que num estúdio, tem que se ter tudo sob controle para que as coisas possam sair um pouco do controle. O caos controlado. Uma desorganização organizada. Com essa antecipação, exigência e o ´saber enxergar´, a câmera desaparece e passa a ser uma extensão do seu corpo.
E quando a fama de ranzinza vem à tona, Duran tem resposta já na ponta da língua: “Não sou ranzinza. A verdade é que sou muito exigente comigo mesmo e desconfio muito das pessoas que não têm esse nível de exigência”, diz.
Exigente não apenas com a imagem, mas também com a escrita. Duran já publicou romances, entre eles Lisboa e Santos, além de editar uma revista própria, a Nacional. “Num dia livre, eu fotografo ou escrevo. Para mim fotografar não é uma ocupação de peso. É essencial na minha vida”. Realmente, quem corre por gusto não cansa.

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MENU

Página de perguntas e respostas publicada na revista Menu de março.

Um olhar sobre a comida. Apaixonado por viagens, o fotógrafo J.R. Duran relembra seus pratos inesquecíveis e os sabores de infância. Por Beatriz Marques

Qual mulher não gostaria de posar para ele? Um dos grandes nomes da fotografia, o catalão J.R. Duran é celebrado por cliques em nomes como Sabrina Sato, Isabeli Fontana, Gisele Bündchen – a lista de beldades é interminável. Mas dentro desse currículo invejável, há grandes campanhas publicitárias, exposições, livros e até uma revista “para chamar de sua” – a Nacional, impressa anualmente, com um olhar totalmente particular sobre assuntos que circundam sua rotina. A Menu quis conhecer esse lado “pessoal” de Duran a partir de suas aventuras gastronômicas, que ele compartilha a seguir.

- Barcelona, sua cidade natal, é conhecida pela rica gastronomia. Onde costuma comer quando está na cidade?
- Vou muito pouco para lá. E quando acontece, é para matar as saudades “gastronômicas” com meus primos. Um dos últimos lugares que fui foi o Cheriff, na região do porto, especializado em frutos do mar. Não é turístico e a comida é excelente.

- Qual é seu prato favorito de infância?
- A paella que minha mãe fazia, com certeza. Paella é que nem fotografia: todo mundo faz, mas nem todo mundo faz direito. E toda família tem sua receita.

- E o que comeu e nunca mais esqueceu?
- Estava com o Francesc Petit (publicitário, falecido em 2013) em Barcelona, na década de 1980 e fomos almoçar no El Vell de Sarrià. Pedimos o pé de porco com langostinos e molho de chocolate amargo e concentrado. A mistura de sabores é inacreditável, entre mar, montanha e doce. A cozinha catalã tem essa mistura.

- Por conta de tantas viagens, imagino que tenha provado muitos pratos diferentes.
- Achei bem curiosa minha viagem à Eritreia (na África). As pessoas têm mania de comer com as mãos e a comida vem num pão. A cidade onde estava, Massawa, fica na costa do mar Vermelho. No começo da viagem, só estava comendo biscoito de água e sal. Até que pedi ao guia para nos levar ao melhor restaurante local. Fomos ao Sellam, que mais parecia uma borracharia, de tanta sujeira. O cozinheiro pegou um peixe na hora, cortou ao meio e levou ao fogo com um gancho de ferro até torrar a pele e serviu-o com pão, claro. E acredite, foi o melhor peixe que comi na vida. Tanto que voltei no dia seguinte e pedi o mesmo prato.

- Quais são as bebidas alcoólicas fazem parte de seu cardápio?
- As boas. Só tem dois tipos de bebida: a boa e a ruim.

- Já pensou em fazer fotos de comida?
- Nunca. Cada um tem que saber o que faz.

- O que acha de instagramers de comida?
- Eu tenho instagram. Alguns são ótimos e outros pavorosos. Para isso, vale a teoria dos 10%: na vida, 90% de tudo é um lixo e o restante é bom.

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SEREIAS

Taila Berwig e Amanda Fiore em "Splish Splash" para a revista Vogue.

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