GARDEN

Alexia Bellini para a revista Cidade.

_MG_3070.jpg

_MG_2811.jpg

_MG_2972.jpg



_MG_2703.jpg

_MG_3057.jpg

_MG_3018.jpg



NO RULES

A coluna deste més na revista Trip.

Sem regras.
Se algum dia alguém me encomendasse um livro de autoajuda seria muito simples. Seria um volume de umas 300 páginas. Todas em branco. E o texto estaria escrito no meio, bem no meio (o que deve ser na página 151), e diria: “Regra número um, não existem regras”. Ponto, parágrafo e outra linha.
Porque, como disse o poeta Antonio Machado, “Não existe caminho, se faz o caminho ao andar, e é só ao voltar o olhar para trás é que se vê a trilha que nunca mais se há de percorrer”. Os Titãs têm uma música chamada “Epitáfio” que explica com detalhes o que Machado deixou hermeticamente no ar. Cantam os Titãs: “Devia ter amado mais, ter chorado mais, ter visto o sol nascer. Devia ter arriscado mais, e até errado mais. Ter feito o que eu queria fazer. Queria ter aceitado as pessoas como elas são. Cada um sabe a alegria e a dor que traz no coração. O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído, o acaso vai me proteger enquanto eu andar. Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr. Devia ter me importado menos, com problemas pequenos, ter morrido de amor. Queria ter aceitado a vida como ela é, a cada um cabem as alegrias e a tristeza que vier. O acaso vai me proteger enquanto eu andar distraído. O acaso vai me proteger enquanto eu andar. Devia ter complicado menos, trabalhado menos, ter visto o sol se pôr”. Ponto, parágrafo e outra linha.
Ou seja, quando é que menos é mais e o que é preciso para que, com muito menos, tudo valha a pena? Não tenho a certeza. Ouvi de Nizan Guanaes, um dos mais reconhecidos publicitários brasileiros, que “é da quantidade que sai a qualidade”. Ponto. “Sem transpiração não existe inspiração”, teria dito Picasso. Qual a medida certa? Não sei. Para alguns, as coisas acontecem em um piscar de olhos, para outros demoram uma vida inteira e quando acontecem é tarde demais. Culpa deles, culpa do alinhamento dos planetas que demorou para acontecer? Nunca se saberá. Vinicius de Moraes, sim, via as coisas claramente: “Quem já passou por essa vida e não viveu, pode ser mais, mas sabe menos do que eu”. E não tem como discordar com o poeta (parece que apenas os poetas têm a chave da vida, que só eles a conseguem entender). Mas o que é viver? A todo gás, como os beatniks? Ou na contemplação de um monge tibetano? Ou no volante de um Fórmula 1? Ou cuidando de crianças com Aids em algum país africano? Ponto, parágrafo, atire a primeira pedra quem nunca pecou.
“Construímos muros demais e pontes de menos” é uma frase que gosto bastante. Infelizmente não me lembro de quem é. Mas parece feita sob medida para a cidade de São Paulo. No sentido figurativo, poético ou mesmo imediato e linear. Cheguei ao Brasil em 1970, não existiam os muros. As casas, acredite se quiser, não tinham muros. Zero. Quer dizer, um murinho baixo aqui, um outro ali. Quarenta anos depois a altura das paredes que rodeia as casas da cidade ultrapassa a do primeiro andar delas. Quando é que alguém vai descobrir que tem alguma coisa errada nisso? Quem está mais seguro: quem tem muro mais alto ou quem não tem?
Só me resta mais uma frase, esta também não sei de quem é, guardada na gaveta e que me parece na medida certa para quem não sabe qual ela é: “Quem conhece a sua ignorância revela a mais profunda sapiência e quem ignora a sua ignorância vive na mais profunda ilusão”. A única coisa que estraga ela, no meu modesto ponto de vista, é a palavra “sapiência”. Uma palavra que ninguém mais usa e que denota o academicismo do pensamento. Mas isso, nesta altura dos acontecimentos, não tem importância.
Se você não sabe sua medida, como dosar a intensidade a mais ou a menos para impulsionar sua vida, não se preocupe. Quase ninguém sabe. Ponto. Parágrafo final.



LUPA

"O mundo visto de perto por J.R.Duran", texto de Lea Maria Aarão Reis para a revista B&C.

Quando alguém escrever a história da fotografia no país, o brasileiro nascido na Catalunha J.R. Duran, e radicado em São Paulo há cerca de meio século, será inscrito em posição de destaque. Autor de um trabalho original e caleidoscópico, às vezes, as suas fotos são quase barrocas: as de moda e as das mais belas mulheres do país. Ágil, pragmático e culto, J. R. Duran é um imigrante duplo. “Desembarquei no porto de Santos ainda garoto; e nos 90 decidi voltar ao Brasil depois de longa temporada fora.” Duran ajudou a construir a nossa indústria da moda com o seu trabalho de editoriais. Ficou célebre fotografando belas nacionais em poses eróticas – Adriane Galisteu depilando o púbis é uma das suas fotos emblemáticas. Trabalha para campanhas de publicidade das mais poderosas empresas, e, este ano, descobrimos duas séries suas, marcantes: as deliciosas fotos falsamente ingênuas da série Blogueiras e um portrait do jogador de futebol Pato, elegantíssimo, vestido de sobretudo longo de lã.
Como autor, Duran é um excelente companheiro de weekend do leitor de B&C. Ler o seu “Cadernos de Viagem” (Ed. Benvirá/Saraiva) é um deleite. São pequenas e agudas observações sobre 54 cidades visitadas por ele – de Trancoso e Calafate a Hong Kong; de Delhi e Los Angeles a Valeta e Asmara. Todas elas ilustradas com bonitas aquarelas de sua autoria, mostrando os quartos de hotel em que se hospeda. Quem quiser ir além, no universo literário de Duran, sugerimos também o seu Sevilla e Cadernos Etíopes e os romances noir: Lisboa e Santos. Haja fôlego! Porque este ano ainda vem aí o terceiro livro de ficção, um outro thriller. “Homem do renascimento” de mil e uma atividades, Duran é desenhista, ilustrador, romancista, frasista (adora frases de efeito) cronista e colunista. Fez inúmeras exposições em São Paulo e é conhecido e respeitado lá fora. Leitor voraz e grande viajante, é sobretudo um fino observador da espécie humana. Aqui estão desenhados, para B&C, depois de um papo de uma hora em ligação internacional precária, alguns traços menos conhecidos do catalão que não se cansa de ver o mundo em grande close.

B&C: Há algum tempo você escreve e publica. Um romance, Lisboa, e mais os volumes Santos, Sevilla e Cadernos Etíopes.
Duran: Fotografar me fascina. Mas a literatura, os livros têm uma magia. Leio e escrevo nos momentos livres. Lisboa é um “noir existencial”, como diz um amigo meu. A cidade sem sombras (ou Cidade sem sombra – ainda estamos decidindo
o título) é outro noir que sai este ano pela Editora Saraiva. Vem completar uma trilogia iniciada com Santos: histórias que se passam em cidades próximas das águas.

B&C: E tem a sua Revista Nacional. Este ano, quando for publicada, em outubro/novembro, será o quarto número. Como é o projeto deste catálogo no qual você passa a limpo o ano que está terminando?
Duran: Publico minhas fotos do período, textos meus e de outros colaboradores, entrevistas que fiz, edito tudo, supervisiono a diagramação, o design, e a Gráfica Burti imprime dois mil exemplares numerados para serem distribuídos. Metade fica com ela, a outra metade comigo. Uma boa ideia sempre precisa de um mecenas.

B&C: E os famosos Cadernos de Viagem? Além de grande leitor você é um grande viajante. A crítica literária Luiza Furia, do jornal Valor Econômico, elogiou vivamente este trabalho.
Duran: As anotações sobre as cidades são ilustradas com aquarelas de 54 quartos de hotel pelos quais fui passando em 35 países, além do Brasil, entre janeiro de 2008 e janeiro de 2011. É o registro da minha passagem em viagens que fiz da cidade de Itu, por exemplo, em São Paulo, a Paris. De Luís Correia, no Piauí, à República da Eritreia. Do Rio a minha cidade natal, Barcelona.

B&C: Qual foi sua primeira câmera?
Duran: Não lembro. Faz tanto tempo. Lembro que quando decidi ser fotógrafo não era para comercializar a atividade. Era um impulso prazeroso. Queria ver de perto as pessoas, a vida. Se era para ser ou não uma profissão no futuro eu não tinha ideia. Assim como lemos nos livros as histórias das pessoas e da vida, eu queria ver isto com a câmera. Não havia o sentido de me organizar para a atividade ser rentável. Eu não pensava em criar uma empresa, por exemplo. Eu queria fazer o que gostava de fazer e queria aprender.

B&C: Esta é a sua receita profissional?
Duran: Todo fotógrafo, todo profissional, tem uma receita. A minha sempre esteve baseada na minha curiosidade e na vontade de entender as pessoas e o mundo.

B&C: E como se consegue isto?
Duran: Também lendo bons livros, boa literatura, ouvindo boa música e vendo filmes bons. Saindo nas ruas, encontrando pessoas, algumas conhecidas, outras anônimas, estrelas, astros, gente desconhecida, pessoas da moda, políticos, e fazendo os seus retratos.

B&C: E no trabalho de fotos de publicidade?
Duran: Também é necessário entender as pessoas que estão posando e o ambiente do momento. A nossa bagagem deve ser sempre renovada. Precisamos
ir sobrepondo camadas de conhecimento do mundo. Não, quando comecei a fotografar eu não pensava em comercializar isto.

B&C: Mas quando a pessoa se profissionaliza é diferente.
Duran: Claro. Ela precisa ter a disciplina profissional. Em qualquer atividade é assim. Precisa-se encarar o trabalho disciplinadamente. Às vezes, as pessoas pensam, romanticamente, que um fotógrafo só precisa “correr o mundo em liberdade”. Elas não lembram que há uma coisa chamada responsabilidade. Certas vezes, no estúdio, tenho me esperando cerca de 40 pessoas envolvidas numa determinada produção fotográfica. Olhe quanto de recursos foram gastos ali, quanto dinheiro!

B&C: E o fotojornalismo?
Duran: Tenho a maior admiração. Cartier-Bresson, os correspondentes de guerra... Um dia perguntei ao (Sebastião) Salgado: ‘como é que você faz para chegar naqueles lugares incríveis que fotografa?’

B&C: Mas observando o seu trabalho pode-se dizer que você também é um romântico.
Duran: Vejo a minha profissão numa perspectiva romântica. Mas estou sempre alerta, sempre ligado. Eu não desenvolvo o meu trabalho de uma forma hedonista. De qualquer modo, a chave do bem-estar do indivíduo é fazer o que ele gosta.

B&C: No mundo de hoje, mais complexo,
isto é possível?
Duran: Trabalhar no que se gosta não depende de o mundo atual ser mais ou menos complicado. Isto depende de cada pessoa. O mundo é um mercado. Hoje, este mercado está mais agressivo? Pode ser, mas por outro lado é um mercado que cada vez mais busca ações novas, originais e consistentes.

B&C: Há alguma personalidade cujo retrato você gostaria de fazer?
Duran: Eu vou aceitando as pessoas que encontro. Eu fotografo as coisas do modo como eu gostaria que elas fossem. E isto não é manipulação. Assim, eu vejo o mundo mais bonito e as pessoas mais interessantes. Posso dizer que sou um multiplicador de predicados...

B&C: É possível captar, além da beleza, a inteligência do indivíduo?
Duran: Quando faço um retrato, a minha intenção é mostrar a pessoa inteira e capturar um pedaço dela. Procuro sempre captar algum detalhe, alguma coisa, por pequena que seja, daquela pessoa. Até um relance de brilho no olhar dela. Para isso é preciso haver cumplicidade.

B&C: Suas fotos de moda e de belas mulheres nuas são célebres. Entraram para a história fotográfica do país. A série um e dois de Adriane Galisteu depilando o púbis, primeiro em Santorini, na Grécia, em 95; anos depois, em Positano, na Itália, causaram grande furor. Nas duas séries ela usa apenas uma camisa azul de seda. A camisa era um fetiche?
Duran: Zero fetiche, 100% acaso. Mas quando a lenda é maior do que a realidade, imprima-se a lenda.

B&C: E qual é a viagem dos seus sonhos?
Duran: A viagem não é o lugar de chegada. É tudo que se relaciona com ela: o projeto da viagem, as pesquisas sobre o lugar que vamos conhecer, a viagem em si, o aeroporto, tudo é a viagem.

B&C: É como no budismo que diz que o caminho é que importa, não é chegar ao fim do caminho?
Duran: Com uma diferença: eu quero chegar lá, no destino da viagem.

B&C: Alguma cidade é eleita por você como a mais fascinante?
Duran: Todas as cidades têm uma alma e têm seus fantasmas. Duas me impressionaram. Uma é Asmara, capital da Eritreia, ex-colônia italiana na primeira metade do século XX. Cidade incrível, toda em estilo art decó, construída por dezenas de arquitetos italianos futuristas que trabalharam lá, na época, contratados pelo governo de Roma. O quadrinista italiano Hugo Pratt, autor de Corto Maltese, foi seu habitante. É fantástico admirar naquela região do Chifre da África a arquitetura europeia dos anos 30. A segunda, capital da Ilha de Malta, é a cidade de Valeta. É outra que fascina. Caravaggio, Napoleão, muitos outros personagens históricos e lendários passaram por lá. Valeta foi cenário das grandes batalhas dos célebres Cavaleiros da Ordem de Malta que enfrentaram ali, certa vez, um exército de 30 mil turcos e levaram a melhor.

B&C: Em qual cidade você viveria bem?
Duran: Em qualquer cidade, desde que ela tenha um aeroporto internacional, uma porta de entrada e de saída para que eu entrar e sair quando me der vontade.

B&C: Quais são as suas referências literárias?
Duran: Se eu fosse para uma ilha deserta e só pudesse levar um livro, ele seria “La Invención de Morel”, de Adolfo Bioy Casares.

B&C: Em qual idioma prefere ler? E falar?
Duran: Gosto de ler em português, francês e espanhol. Falar, falo qualquer um, mesmo os que não sei falar...

B&C: E o que está lendo atualmente?
Duran: Flaubert, de Michel Winock, publicado pela Gallimard este ano.

B&C: Referências cinematográficas?
Duran: François Truffaut, porque ele sabia ver a vida de perto. E levaria para a ilha deserta, junto com o Casares, o filme de Wong Kar-Wai, “In the mood for Love,” que no Brasil se chamou “Amor à flor da pele”.

B&C: Você é um cinéfilo?
Duran: Há um livro, Os 100 melhores filmes do século XX, que eu abri e constatei que deles já vi 97. Só três ficaram de fora. Então, posso me considerar um cinéfilo!

B&C: Sua observação sobre o silêncio é curiosa. Você adora o silêncio. “Só o
silêncio salva”, costuma dizer. “É amigo e conselheiro.” No entanto, os espanhóis e os brasileiros são tão ruidosos... Não incomoda viver no meio dessa algazarra?
Duran: Não... (ri) Tenho janelas com vidros antirruído no meu escritório e em casa. Quando quero silêncio, fecho as janelas e pronto. Há um amigo que decidiu vender plaquinhas com a frase “é melhor ficar quieto e parecer uma anta do que abrir a boca e deixar os outros terem certeza disso”. Se cada um a colasse ao lado do computador, acho que o mundo seria melhor.

B&C: Eu soube que você é piloto de helicóptero. Fotografa, escreve, desenha,
pilota helicóptero... Só falta a árvore.
Duran: (rápido) A árvore, eu já plantei. Fiz os cursos para pilotar, tirei brevê, voei em vários países, me dediquei e cheguei num ponto em que ou comprava um helicóptero ou... (modesto e tímido) Não posso declarar que sou um piloto
de helicóptero...

B&C: Diga rápido: qual é o weekend dos seus sonhos? Qual é o melhor lugar do mundo?
Duran: Sábados à tarde vêm os amigos, há as leituras... Olha, o melhor lugar do mundo é o sofá da minha casa.

B&C: Nada de trabalho?
Duran: Não é isto! Gosto de trabalhar nos fins de semana. Quando não tenho o sofá da sala e não há amigos, trabalho. “Quero sempre mais encrenca!” Os ingleses costumam dizer “one apple a day keeps the doctor away”. Eu adaptei para “one Picture a day keeps de doctor away”.

JR_DURAN-1a.jpg

JR_DURAN-1b.jpg

JR_DURAN-2a.jpg

JR_DURAN-2b.jpg

JR_DURAN-3a.jpg

JR_DURAN-3b.jpg

JR_DURAN-4a.jpg

JR_DURAN-5.jpg



CAMALEÃO

Thais Custodio para a revista Versatille.

tumblr_mrfi5qDHRW1rfzu00o10_r1_1280.jpg



_MG_9691 copy.jpg

_MG_0654 copy.jpg

_MG_9741 copy.jpg

_MG_0250 copy.jpg



_MG_0403.jpg

_MG_9771 copy.jpg

_MG_0548 copy.jpg

_MG_0726 copy.jpg



_MG_0139 copy.jpg

_MG_9979-1 copy.jpg

_MG_9728 copy.jpg

_MG_9888 copy.jpg



WHITE

Bianca Brandolini para a revista RG.

CF243261 copy.jpg

CF243120b copy.jpg



CF242915 copy.jpg

CF243086 copy.jpg

CF242944 copys.jpg



CORES

Tres capas coloridas da revista RG. A primeira é a que esta nas bancas este més, com Bianca Brandolini.

CAPA RG Bianca copy.jpg

CAPA_ALINE_RG12.JPG

RG 117 CAPAb.jpg



BANQUINHO

Anuncio e filme para a Dpot, loja de móveis de design brasileiros. Banquinho de Sérgio Rodrigues.

AN-DPOT-VACA copy.jpg




GIPSSY

Thais Custódio para a revista Vogue.

_MG_1791 copy.jpg

_MG_1362 copy.JPG

_MG_1919 copy.jpg

_MG_2229 copy.jpg




abril 2016
março 2016
fevereiro 2016
janeiro 2016
dezembro 2015
novembro 2015
outubro 2015
setembro 2015
agosto 2015
junho 2015
maio 2015
abril 2015
março 2015
fevereiro 2015
janeiro 2015
dezembro 2014
novembro 2014
outubro 2014
setembro 2014
agosto 2014
julho 2014
junho 2014
maio 2014
abril 2014
março 2014
fevereiro 2014
janeiro 2014
dezembro 2013
novembro 2013
outubro 2013
setembro 2013
agosto 2013
julho 2013
junho 2013
maio 2013
abril 2013
março 2013
fevereiro 2013
janeiro 2013
dezembro 2012
novembro 2012
outubro 2012
setembro 2012
agosto 2012
julho 2012
junho 2012
maio 2012
abril 2012
março 2012
fevereiro 2012
janeiro 2012
dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
dezembro 2010
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
janeiro 2008
dezembro 2007
novembro 2007
outubro 2007
setembro 2007
agosto 2007
julho 2007
junho 2007
maio 2007
abril 2007
março 2007
fevereiro 2007
janeiro 2007
dezembro 2006
novembro 2006
outubro 2006
setembro 2006
agosto 2006
julho 2006
junho 2006
maio 2006
abril 2006
março 2006
fevereiro 2006
janeiro 2006
dezembro 2005
novembro 2005
outubro 2005
setembro 2005
agosto 2005
julho 2005
junho 2005
maio 2005
abril 2005
março 2005
fevereiro 2005
janeiro 2005
dezembro 2004
novembro 2004
outubro 2004
setembro 2004
agosto 2004
julho 2004
junho 2004


Receba um aviso quando
tiver novidades no site,
basta colocar seu e-mail
no box abaixo e enviar.