FOXY

Nanda Costa para a revista Playboy.

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STREET

É curioso perceber a linguagem corporal das pessoas enquanto estão em movimento. Geralmente, mesmo juntas e interagindo, cada uma esta imersa em seu próprio universo.

Ocean Ave. and Colorado Ave. Los Angeles, CA.

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Palisades Beach Road. Los Angeles, CA.

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Pier Santa Mônica. Los Angeles, CA.

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Pier Santa Monica, crossing Apian Way. Los Angeles, CA.

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T-SHIRT

Ana Hickmann com a camiseta "I was photographed by J.R.Duran".

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SMILES

A coluna do més de maio na revista Trip.

Me lembro perfeitamente da última vez em que chorei. Confesso que faz muitos anos, o motivo era simples e não vem ao caso. Mas tenho o momento perfeitamente desenhado na minha memória. Lembro, aliás, de quase todas as vezes em que lágrimas, com maior ou menor intensidade, escaparam pelos cantos dos meus olhos. Foram poucas até agora, e sempre em situações bem reservadas. Como fui educado na escola da vida, que ensina a não externar demais os sentimentos, tento fazer com que esses momentos aguados fiquem afastados do radar de quem está perto de mim. Em geral, aliás, tento controlar as minhas reações; seja nos momentos mais eufóricos ou nos instantes menos luminosos, em que as vitórias parecem coisa do passado. A razão é simples: a vida não perdoa quem se deixa levar facilmente pelas emoções.
Independentemente da maneira como vejo o mundo, existe a convenção de que o choro, apesar de liberar as tensões, é uma manifestação de sentimento que não deve ser praticada em público. No máximo, no escuro do cinema.
Já o riso, antípoda do choro, é uma reação que hoje precisa ser exibida em curtos espaços de tempo para denotar o conforto e o bem-estar de se encontrar na presença do interlocutor. Como se fosse uma constante prova facial de que o otimismo e a confiança no seu interlocutor não desertaram da sua mente.
Nem sempre foi assim. O escritor Umberto Eco, em seu livro O nome da rosa, conta como o frade franciscano William de Baskerville, o protagonista, se envolve na investigação de uma série de assassinatos em uma abadia beneditina no norte da Itália durante a Idade Média. A razão das mortes, descobrimos no fim, é um livro de Aristóteles guardado na gigantesca biblioteca do convento, precisamente por fazer apologia ao riso. A Inquisição, naquele tempo, achava o riso subversivo e um instrumento do mal, e o frade que toma conta da torre em que se encontram os livros decide matar todos os outros habitantes do monastério que tiveram acesso ao escritor grego.
No século 21 ficou decidido que o sorriso, a risada em público, é um gesto aceitável e necessário, e que o choro – espécie de defesa do ser humano perante situações altamente estressantes ou liberadoras – determina um estado emocional alterado. Isso não quer dizer que não exista sempre alguém querendo utilizar o choro para provocar compaixão, empatia ou solidariedade. Mas, convenhamos, a chantagem lacrimal, bastante praticada em momentos de falta de argumento, é da pior espécie.
Se o choro é o antípoda do riso na geografia das emoções, entre as duas latitudes existe o equador dos sentimentos incontroláveis, um terceiro ponto de liberação de tensões, que é o meu favorito. É o momento em que uma outra pessoa, dotada de inteligência e de senso de humor excepcional, consegue detonar na mente de qualquer um o paradoxo da vida, que permite poder chorar de tanto dar risada. Essa, sim, é a melhor maneira de rir ou de chorar.



SMILE

A radiante Viviana Valpolicella diretamente das paginas da revista Cidade Jardim.

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SHARP

Viviane Orth para a revista Versatille.

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COVER

Viviane Orth, capa da revista Versatille.

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SHOW TIME!

Naomi Campbell, Gloria Maria, Betty Lago, Alice Delal, Ivo Pitanguy, Erika Mares Guia, Sheila Mares Guia, Walfrido Mares Guia, osgemeos, Alex Atala, Ronaldinho, Ana Joma Fasano, Felipe Diniz, Beto Pacheco, Tuca Franchini, Rogério Fasano, Seu Jorge e Bianca Brandolini para a revista Vogue.

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FREE

"Cadernos de Viagem" na revista Dufry #22 em depoimento dado a Letícia Castro.

Traço Livre.
Desvendamos os cadernos de viagem de uma turma que substitui a câmera fotográfica por registros ainda mais pessoais.
“Viajo muito a trabalho e costumo ter insônia, só que, em vez de ficar brigando com ela, abro um caderno e coloco minhas idéias no papel. Detesto contar histórias para os outros, mas tenho todas as minhas experiências escritas e registradas, inclusive em cartas que faço para mim mesmo. Outro hábito que tenho é desenhar os quartos dos hotéis em que me hospedo. A fotografia me ensina a ver a vida de perto, por isso tento tirar proveito das situações e me divertir. É o que procuro mostrar no livro Cadernos de viagem, que reúne parte desse material, produzido em viagens que fiz entre 2008 e 2011”

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HIGH INTENSITY

Lea T. para a revista RG.

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