CF220838 copy.jpg

CF220462 copy.jpg

CF220584 copy.jpg



UNDERWEAR

Bianca Klamt para Liz.

03 203611 copy.jpg

01 203554 copy.jpg

01 203520 copy.jpg



ROLLER GIRL

Natalia Dill para a revista BT Experience.

03 224273 copy.jpg

03 224289 copy.jpg

03 224436 copy.jpg

03 224354 copy.jpg

03 224242 copy.jpg



FAST FOOD DAS IMAGENS

A coluna deste mês na revista Trip.

Pegaram no meu pé, outro dia, porque eu disse que não tinha, não fazia e nem queria ver fotos feitas em Instagram. Que, independentemente de ser fotógrafo ou não, não gostava. Explico por quê. Não me importa a praticidade do Instagram, ele é o fast-food das imagens; tem quantidade, mas não tem qualidade, seja qual for a quantidade de pixels que possui o iPhone ou o celular que deu origem às fotos. Esses equipamentos, por causa das suas restrições mecânicas, têm um problema de delay. O delay é um retraso entre o tempo em que o dedo aperta o botão do disparador e o momento em que o aparelho registra o instante. Às vezes esse atraso é considerável.
Tente capturar de perto uma criança brincando, um amigo jogando futebol, algum momento de ação, de movimento ou de surpresa. É praticamente impossível. As fotos que acabam aparecendo no Instagram, apesar de instantâneas, são em sua maioria estáticas. Paradas. Seja de longe ou de perto, o máximo que se pode conseguir são pessoas fazendo caretas, mas quem acredita que isso é uma foto espontânea não se surpreenda se um dia descobrir que focinho de porco não é tomada.
A incapacidade de capturar essa vivacidade faz com que as imagens percam sua essência, sua alma. E isso não é conversa de índio, de que uma foto rouba a alma, isso é conversa de quem acredita que uma boa foto tem de ter alguma coisa entre seus layers de emoção. Não é um acaso que no Instagram os temas favoritos sejam o prato de comida (não se mexe), o gato olhando para a câmera (não se mexe) e a asa do avião vista através da janelinha (se mexe a uma velocidade de várias centenas de quilômetros, mas o avião que a poltrona do fotógrafo instagramero ocupa também o faz, ou seja, tudo na mesma).
É por isso que o grande trunfo do Instagram são seus filtros. É com eles que se pode aplicar, fabricar uma memória, um passado, uma vida que não existe na foto.
Sejam os anos 70, a saturação pela inversão de revelação, a borda do filme ou o filtro que for. O Instagram tenta legitimar uma emoção que não existe. Não é à toa que a logo do Instagram é uma câmera fotográfica parecida com a falecida Polaroid, e que as cores da logo (vermelho, amarelo, verde e azul) sejam as mesmíssimas que as da Polaroid (menos o azul, que não constava). A fotografia digital instantânea é um oximoro visual.
O que eu quero dizer é simples: deem para uma criança que só desenhava com lápis preto um estojo de lápis de cor e ela vai achar que todos os desenhos que ela está fazendo são brilhantes.
Tive a infeliz ideia, durante um jantar, de perguntar para a pessoa que estava ao meu lado como tinham sido suas férias. Ela parou de falar, puxou seu iPhone da bolsa e começou a escorregar o dedo sobre a tela do aparelho mostrando fotos inexpressivas dos lugares visitados. Se tivesse se esforçado um pouco e expressado com palavras o que tinha visto, sentido, desfrutado, teria sido mais fácil e agradável de compartilhar. Eu queria ouvir dela, não contemplar, as suas experiências de férias. Uma das coisas de que sempre tive pavor foram as sessões de slides (1) em que conhecidos e familiares projetavam numa tela, ou na parede, as fotos feitas nas viagens. Hoje em dia, a qualquer momento, alguém pode puxar um aparelho do bolso e forçar qualquer um a contemplar imagens entediantes e desinteressantes.
Quero dizer, com isso, que sou um saudosista (2) e as Polaroids eram melhores? A resposta é não. As Polaroids podiam ser tão entediantes quanto as fotos feitas com Instagram, e a qualidade era, com certeza, muito pior, mas pelo menos elas tinham uma vantagem: eram peças únicas.
_______
(1) Tem alguém aí que sabe o que é um “slide”?
(2) Esta coluna foi batizada de Polaroid, oito anos atrás, por livre e espontânea decisão dos editores da Trip. Sem nenhuma interferência minha.



DANCER

Aline Moraes para a revista RG.

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-4_BW_profile-L2.jpg

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-3_BW_profile-R.jpg

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-5_BW_profile-R.jpg

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-2_BW_profile-L2.jpg





01 223247_BW_profile copy.jpg

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-3_BW_profile-L.jpg

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-2_BW_profile-R copy.jpg

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-4_BW_profile-R copy.jpg

Materia_Capa_Aline_Moraes_RG121-5_BW_profile-L copy.jpg



CAPA_ALINE_RG12.JPG



DE OLHOS BEM ABERTOS

Tá valendo.



HELL'S ANGELS LADIES

Loris Kraemerh, Victor Hugo Daguano, Carmelita, Paulo Viscerália, Martha Penz, Fabio Luiz, Tiba Cruz, Bruna Erhardt, Fernanda Sonai, Vebis Stevanin Jr. e Jessica Pauleto para a edição de aniversário da revista Quem.

20_09_2012 224509 copy.jpg

20_09_2012 224906 copy.jpg

20_09_2012 224682 copy.jpg



20_09_2012 224568 copy.jpg

20_09_2012 224950 copy.jpg

20_09_2012 224599 copy.jpg



20_09_2012 224997 copy.jpg

20_09_2012 224769 copy.jpg

20_09_2012 224809 copy.jpg




abril 2016
março 2016
fevereiro 2016
janeiro 2016
dezembro 2015
novembro 2015
outubro 2015
setembro 2015
agosto 2015
junho 2015
maio 2015
abril 2015
março 2015
fevereiro 2015
janeiro 2015
dezembro 2014
novembro 2014
outubro 2014
setembro 2014
agosto 2014
julho 2014
junho 2014
maio 2014
abril 2014
março 2014
fevereiro 2014
janeiro 2014
dezembro 2013
novembro 2013
outubro 2013
setembro 2013
agosto 2013
julho 2013
junho 2013
maio 2013
abril 2013
março 2013
fevereiro 2013
janeiro 2013
dezembro 2012
novembro 2012
outubro 2012
setembro 2012
agosto 2012
julho 2012
junho 2012
maio 2012
abril 2012
março 2012
fevereiro 2012
janeiro 2012
dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
dezembro 2010
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
janeiro 2008
dezembro 2007
novembro 2007
outubro 2007
setembro 2007
agosto 2007
julho 2007
junho 2007
maio 2007
abril 2007
março 2007
fevereiro 2007
janeiro 2007
dezembro 2006
novembro 2006
outubro 2006
setembro 2006
agosto 2006
julho 2006
junho 2006
maio 2006
abril 2006
março 2006
fevereiro 2006
janeiro 2006
dezembro 2005
novembro 2005
outubro 2005
setembro 2005
agosto 2005
julho 2005
junho 2005
maio 2005
abril 2005
março 2005
fevereiro 2005
janeiro 2005
dezembro 2004
novembro 2004
outubro 2004
setembro 2004
agosto 2004
julho 2004
junho 2004


Receba um aviso quando
tiver novidades no site,
basta colocar seu e-mail
no box abaixo e enviar.