BANHEIRA

Grazi Massafera, na banheira, para a revista GQ.

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CIGANA

Nicole Witte para a revista Daslu.

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ÁGUA

Nicole Witte para capa da revista Daslu #48. Com gás e sem gás.

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GÊMEAS

Bia e Branca Feres sincronizadas para a Rev.Nacional.

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Como foi.




HOW TO BE A CARIOCA

Bruno Astuto, Preta Gil e Malvino Salvador ensinam Karolina Kurkova a "how to be a carioca". Nas páginas da revista Vogue de novembro.

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Como foi.




Karolina Kurkova e Wanderley Luxemburgo, na Toca da Raposa, para a revista Vogue dedicada ao Rio de Janeiro.

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Como foi.




Karolina Kurkova e Oscar Metsavaht, lavando a alma surfando no Arpoador, para a revista Vogue de novembro.

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Como foi.




Karolina Kurkova e seus amigos cariocas Luly Marcondes Ferraz, Flavio Sarahyba, Rodrigo Peirão e Lao Andrade, no Mineirinho de Santa Teresa.

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Como foi.



Karolina Kurkova no Arpoador, no Copacabana Palace Hotel e na Lapa, para a revista Vogue dedicada ao Rio de Janeiro.

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Como foi.




BAILANDO CON LAS BURBUJAS (2)

Mais imagens de Candice Sawanopoel para a revista Vogue de Novembro.

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AL MARE

Grazy Massafera na capa da revista GQ de novembro. A capa é folder.

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SEDUTOR

A entrevista com Paulo José, publicada na edição de outubro da revista GQ.

Paulo José é um sedutor. E da melhor espécie, daqueles que o fazem sem esforço e, ainda por cima, deixando-se seduzir. Fala pensando bem o que vai dizer, com um olhar sagaz e ardiloso e de repente, não hora certa, solta a estilingada reforçada por uma risada picaresca.
Desde sua casa pendurada aos pés do Morro da Gâvea, Paulo se dedica aos seus projetos e ensaios rodeado pelos seus livros e suas memorias. Ele também é um lutador. Já faz 20 anos descobriu sofrer do mal de Parkinson. Assim que soube decidiu partir para o ataque não se deixar abater. O resultado é que neste ano ele está no cinema – nete mês com “O Palhaço” dirigido por Selton Mello –, na televisão (a novela “Morde e Asspra” ) e dirige simultáneamente três peças de teatro - “ Histórias de Amor Líquido”, “Murro em Ponta de Faca”, e “Um Navio no Espaço”. Paulo José é um mago. Da interpretação e da vida.

J.R.Duran - Tenho um tio catalão que me disse uma vez na Espanha que os homens são divididos em dois grupos: os que tratam bem as mulheres e os que são bem tratados por elas. O que você acha disso?
Paulo José - Tem uma divisão interessante aí.

JRD - Qual dos dois você é?
PJ - Sou bem tratado pelas mulheres. Lembrando Cassy Jones [personagem de Paulo José em Cassy Jones - O Magnífico Sedutor, de 1972] de alguma maneira. Te uma coisa de sedutor e de desprotegido, de coitadinho... Quietinho e um pouco triste.

JRD - Aí é onde eu quero chegar. Você era um homem muito sedutor, que não fazia esforço. Você conseguia com que as mulheres dessem sempre o primeiro passo. Isso era proposital ou isso é uma coisa que nasceu com você?
PJ - [risos] Mamãe passou açúcar em mim!

JRD - Tem gente que se esforça e não consegue seduzir...
PJ - A gente se esforça pra tentar agradar as mulheres.

JRD - Qual é o truque pra fazer as mulheres irem atrás de você?
PJ - Ter a imagem inocente, ser discreto, ter elegância, a solteirice elegante e manter um certo sigilo. Estar casado sem estar.

JRD - Estar casado?
PJ - É uma coisa que dá segurança. A mulher sabe que você não vai ficar enchendo o saco dela e nem ela o seu. Isso dá encontros fortuitos e vibrantes porque não tem rotina, porque o que tornam as coisas aborrecidas e chatas é a mesmice, a rotina, a repetição. Eu gosto de ser galante, gosto de galanteio e sou encantado com isso até hoje. Tenho impulso de comprar flores. Você percebe que um gesto carinhoso agrada muito a mulher. Isso sou eu.

JRD - De jeitinho em jeitinho, você foi casado com três mulheres. Dina Sfat, Beth Caruso e Zezé Polessa...
PJ - Carla Camurati.

JRD - Todas elas me parecem mulheres bastante intensas.
PJ - E estou casado com [a figurinista] Kika Lopes.

JRD - O que você aprendeu com elas?
PJ - Eu me apaixonei por Carla, porque ela me disse o seguinte: “o que eu gosto em você são os seus defeitos”.

JRD -Isso é quase uma carta de alforria, uma carta branca.
PJ - [risos] Uma maravilha! Com Dina era um casamento muito espartano, sem sair da linha e rigoroso.

JRD - Com Beth Caruso foi um casamento...
PJ - Pagão! [risos]

JRD - Com Carla Camurati foi um casamento...
PJ - Ousado, avançado. O Domingos de Oliveira, quando eu comecei a namorá-la, me disse: “Você vai sofrer muito, mas vai valer a pena, porque o amor não é para a gente ser feliz, é para se sentir vivo”. Você não pode ser feliz se poupando, se preservando, tem de correr um certo risco. Com a Dina foi um casamento muito bom também e me deu três filhos. Não consegui morar junto com Beth.Casamento mesmo foi com Dina, depois Carla Camuratti, depois Zezé Polessa e Kika Lopes. Eu tenho tendência a monogamia.

JRD - Mas houve momentos que a sua monogamia foi estremecida, não?
PJ - Exatamente. São as crises. Com Dina, eu tive as duas crises, dos 7 e dos 14 anos. Com a Zezé, 7 anos. Com Carla, foi 3 anos, mas foi interessante. Tem casamento que é assim: o primeiro ano é maravilhoso, o segundo você fica fazendo um esforço para repetir o primeiro e o terceiro é a dificuldade do cotidiano. Os livros passam a ser dedicados ao casal, é chatíssimo. Você vira um ente casado, uma simbiose. Mas quando chega à minha idade, 74 anos, você já está querendo parar, chega de bagunça e confusão.

JRD - Vamos pular um pouco para o cinema. Interpretar um morto em Quincas Berro d'Água requer algum tipo de técnica especial?
PJ - Não respirar, por exemplo [risos].

JRD - Sim, mas isso é...
PJ - Uma técnica difícil. O Sérgio Machado, o diretor de Quincas Berro d'Água, dizia que o que mais preocupava era como fazer o Quincas morto sem respirar.

JRD - E como você fez?
PJ - Eu não respirei.

JRD - Mas daí se grava só um minuto, ou como é?
PJ - [Paulo José faz som de respiração sem se perceber que está respirando e consegue um efeito surpreendente]. O interessante no filme é que tinha dois bonecos iguais a mim, idênticos. Fiquei três dias posando, massa no rosto e no corpo para tirar os moldes. Mas eram mortos e o boneco é uma coisa mais sem graça.

JRD - Existe diferença entre o animado e o inanimado.
PJ - Tinha de ser um morto cheio de vida.

JRD - É um paradoxo da interpretação.
PJ - É. Morto, mas cheio de vida. Isso era extremamente vital, então tinha um negócio que aparecia na cara que era uma certa sem-vergonhice, uma malandragem.

JRD - Gostaria de entrar em um assunto que não sei você quer conversar ou não. Você costuma dizer que você sofre de Parkinson de diversões...
PJ - É desagradável, não gosto muito de dizer isso. Parkinson é uma doença desgraçada.

JRD - O que mudou para você?
PJ - O pior de tudo é o corpo enrijecido e não o tremor, que é um sintoma. Você perde os movimentos, perde voz e fala. Eu tenho Parkinson há 20 anos, o que é considerado um negócio extraordinário. O que eu faço é lutar contra.

JRD - Você colocou uma operação para colocar...
PJ - Um marcapasso, o chamado deep stimulation, estimulação profunda de cérebro.

JRD - Onde fica no corpo?
PJ - No peito e um fio, como se fosse uma veia, vai até a região que tem de ser estimulada. Então, você tem que fazer isso acordado, não pode fazer [a cirurgia] no escuro, porque o médico vai te perguntando o movimento. São eletrodos que geram um impulso elétrico regular com uma voltagem que vai até 10 volts. Começa com um, dois, dois e meio, e ,enfim, fracionado. Estou com quatro volts.

JRD - Faz muito tempo que você fez a operação?
PJ - A primeira faz cinco anos e a segunda faz dois. Eu fiz nos dois lados. Eu tive Parkinson do lado direito, então coloquei o marcapasso do lado esquerdo. Depois fiz do lado direito pra favorecer o lado esquerdo. Mas acontece o seguinte: é muito caro e plano de saúde não reconhece, porque essa cirurgia é experimental. Ela custa em torno de 200 mil reais. Eu fui fazer uma palestra em um encontro de parkinsonianos, em São Paulo, ano passado. Perguntei quem tinha feito a cirurgia e ninguém respondeu.

JRD - O máximo que se pode fazer é diminuir a progressão.
PJ - Você vai tomando esse remédio. O funcionamento da Levodopa é muito limitado e por isso o uso prolongado da medicação. Você tem que tomar a vida toda. Você não sabe direito controlar, então precisa de acompanhamento personalizado. Quando foi declarado que eu tinha Parkinson, o Boni [diretor da Globo] me chamou lá e disse: você tem de consultar o melhor médico. Aí, ele pegou um livro grosso, um “Who is Who?” em medicina. Procurou. Parkinson, Instituto, doutor... Quem é o craque em Parkinson nos Estados Unidos? E daí ele me mandou para lá, imediatamente. Fui, fiquei uma semana e vi que era um atendimento personalizado. Eu estou tomando seis por dia. São três Lovodopas cortados pela metade. Foi o que eu ajustei para mim e está funcionado.

JRD - Costumavam dizer que as pornochanchadas que dominaram a nossa produção por um tempo eram muito vagabundas. O cinema brasileiro de hoje é muito diferente do de antigamente?
PJ - É. Mejor, mejor, mejor. O cinema brasileiro era chanchada, com exceção da Atlântida, era cinema popular e interessante. Oscarito e Grande Otelo eram maravilhosos, grande comediantes.

JRD - Acrescentaria algo á sua biografia?
PJ - Eu estou cansado de repetir as mesmas histórias. Tudo o que a gente fala é mentira. Tudo o que a gente conta é invenção. Adaptamos os fatos a um bom conto. A vida real é dispersiva.

JRD - Se eu fizesse um filme, quem seria o ator que interpretaria Paulo José?
PJ - Um ator tipo Selton Mello.

JRD - Você uma vez falou que a sua carreira é cercada de fracassos que não foram vistos.
PJ - O que acontece se você pega o meu currículo e parece fantástico, mas 80% dele é feito de fracassos. A grande vantagem é que o fracasso ninguém assistiu [risos]. Então ninguém lembra.

JRD - Cheguei ao Brasil em 1970 e devo dizer que você e seus amigos do Pasquim e tudo que acontecia no Rio de Janeiro na época me pareciam ser as coisas mais próximas do paraíso que podia ter sobre a Terra.
PJ - A “República de Ipanema” era muito importante, era um mundo à parte. A gente vivia uma doce ilusão, uma fantasia. Nos bares, havia Tom [Jobim] e Vinicius [de Moraes] bebendo chopp e cantando. A gente vivia circulando naqueles lugares. Apesar de trabalhar, eu tinha tempo para o lazer. E tinha essa sensação de liberdade grande. Fomos libertários, embora do ponto de vista político fosse um tempo de fechamento, O golpe militar fez apenas recrudescer a reação ao governo. Era uma mobilização permanente. Quando foi instituído o AI5, aí acabaram-se todas as liberdades democráticas e foi um pega pra capar. E acabou... acabou tudo.



DUPLA

"Intocáveis", retratos do BOPE, e uma síntese fotográfica sobre o dia de Iemanjá são duas das matérias da Rev. Nacional #2.

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MEMÓRIAS

"Bons Companheiros" artigo de Ivan Marsiglia sobre seus anos em Brasilia durante a era Lula e "Miragens", reportagem fotográfica sobre os cenários do Projac. Duas matérias da Rev. Nacional #2.

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MIX

Um texto sobre Bia Figueiredo escrito por Luiz Guerrero, uma reportagem fotográfica sobre o Esquadrão Harpia, uma entrevista com Jose Luis Datena e um ensaio aéreo sobre – literalmente – o Rio de Janeiro. Quatro aberturas de matérias da Rev. Nacional #2.

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