CURLY (1)

A apresentadora Angélica soube passar, com bom proveito, de musa das crianças em programa infantil para musa de adultos em programa de entrevistas que consegue ser, ao mesmo tempo, variado e interessante. Além do mais alavanca audiência para seu marido, o multicoisas Sr. Huck. Uma das características de Angélica é que ela não foge da raia ante qualquer desafio. Para a materia da revista Estilo deste mês a proposta era a de encaracolar os longos cabelos de Angélica. Ela topou.

estilo.angelica1.jpg

estilo.angelica2.jpg

estilo.angelica3.jpg

estilo.angelica4.jpg



WILD BUNCH

Richard Avedon disse uma vez que o rosto de uma pessoa é o mapa que sinaliza, com todos os detalhes, quem ela é. Esta série de retratos formam parte da campanha publicitária da rádio BandNewsFM e foram feitos par mostrar alguns dos colunistas que são a cara da emissora e que, alguns deles, os ouvintes conhecem apenas pela voz.

4bnfm_msconti.jpg
Mario Sergio Conti

1bnfm_rboechat.jpg
Ricardo Boechat

2bnfm_madangello.jpg
Marcelo D'Angello

3bnfm_pautran.jpg
Paulo Autran

5bnfm_js.jpg
José Simão



AUTO FOCO

Mario Sergio Conti é jornalista, apresentador da BandNews FM, colunista do Nominimo e autor do livro "Notícias do Planalto" (Companhia das Letras). Além do mais ele é um dos textos mais afinados da imprensa brasileira. A sua ironia e seu estilo são um biscoito fino no meio de um dilúvio de textos informativos. Uma mostra disso é o texto que com o título de "Foco Narrativo", Mario Sergio Conti escreveu para a revista Trip #144. O retrato é de Marcos Piffer.

trip_msc_01news.jpg

trip_msc_02news.jpg

Foco Narrativo.

J. R. Duran é daqueles tímidos que, entre mais de três pessoas, cala. Mas quando tem apenas um interlocutor, ele fala fácil. Fala torrencialmente. Inunda quartos, salas, estúdios e estádios com frases. Ele fala de um jeito desengonçado, único. O seu sotaque é uma mixórdia. Também pudera. Seu primeiro idioma, usado na sua casa, na infância em Barcelona, era o catalão. Na escola, aprendeu o espanhol. Aos dezoito anos, mudou-se para o Brasil e adotou o português. Com 37 anos, se estabeleceu em Nova York e ficou cinco anos falando inglês. Lá, se casou com uma francesa. Dá para entender perfeitamente o que ele fala. Só não se sabe em qual língua ele está falando.

Duran prefere se expressar por escrito. Até quando se dirige a si mesmo. Sempre que se vê num quarto de hotel, ele pega papel de carta na gaveta e escreve com uma caligrafia algo obscura o que faz na cidade estrangeira, o que vê, com quem conversa, o que sente. Bota o papel num envelope e escreve o seu endereço. Ele viaja bastante. No final dos anos 80, fez cem viagens em apenas dois anos e ficou em cem quartos de hotéis diferentes. Tem uma torre de cartas que mandou para si mesmo. Todas em português. Duran não tem idéia do que Duran escreveu a Duran porque Duran não abriu as cartas que Duran lhe escreveu dos confins do mundo. Um dia ele as abrirá. Ou não.

Duran tem um diário. Nele, faz registros sumários do seu cotidiano, com ênfase nas atividades profissionais. Nas suas viagens, o diário engorda. Nas viagens, ainda, ele sempre envia cartões-postais aos amigos. Aí, os registros são sumaríssimos. O que neles escreve são poucas frases que condensam, oblíqua e enigmaticamente, sua reação à paisagem que o rodeia. Numa recente estadia em Nova York, ele mandou a um amigo paulista um cartão-postal de Fidel Castro, meio troncho, discursando um ambiente fechado no Harlem. Atrás, ele escreveu: “Nem Chavez e sua revolução bolivariana, nem Morales e seus cocaleros: El Comandante na cabeça!” Vai entender.

Duran escreve reportagens e artigos. Publicou reportagens sobre gorilas e guerras em Ruanda. Sobre playboys europeus. Sobre carcaças de navios na Namíbia. Sobre o Carnaval carioca. Sobre guerreiros da Etiópia. Sobre Cecil Beaton, um dos inventores da fotografia de celebridades. A partir do ano passado, ele mantém uma coluna na rádio BandNews FM. Não improvisa nem finge que fala de maneira descontraída: sempre escreve antes o que lerá diante do microfone.

Duran vem de lançar o seu segundo romance, Santos. Logo, ele é um escritor de fato e de direito. Nem tanto. Ele é, conforme está na orelha de seu primeiro livro de ficção, Lisboa, “um dos maiores fotógrafos do Brasil em todos os tempos”. A afirmação tem um toque delirante, já que “todos os tempos” abrange o futuro. Ele é um fotógrafo que virou marca, JR Duran. Marca associada a um erotismo que está mais nos lábios e no olhar das modelos (que convidam o observador para uma sacanagenzinha maneira) e em detalhes da composição (um cigarro aceso no cinzeiro, um copo de vinho pela metade) que na exposição de genitálias e adjacências.

Uma longa – e talvez excessiva – convivência com fotógrafos autoriza a dividi-los em três tipos. Há o fotógrafo que usa a expressão “meu trabalho”, que é descrito como se um crítico de artes plásticas analisasse a capela Sistina ou a catedral de Chartres: um conjunto complexo de imagens que busca captar todas as nuances do universo físico, todo os sentimentos humanos, e todas as especulações possíveis sobre o que está além do físico e do humano. Ele se refere com reverência e intimidade a Cartier-Bresson, a Man Ray, a Helmut Newton e Richard Avedon. É o fotógrafo artista. No Brasil, há uns dois ou três.

Há o fotógrafo que só fala obturadores, lentes, filmes, tripés, asas, diafragmas, velocidade, luz, tessitura, foco. Esses troços todos são despejados sobre o interlocutor que, bem humorado, pergunta se o foco é marido da foca – e não recebe como resposta uma risadinha bem-educada. É o fotógrafo técnico. Geralmente trabalha em publicidade. Fotografa pudins, sofás e candidatos a deputado.

E há o fotógrafo que trabalha em jornais e revistas. Esse anda com cinco sacolas com apetrechos, coletes com 532 bolsos, está sempre suado, fala mal dos chefes, te chama de elegante (“ô elegante, vamos tomar um café?”) e é capaz de se jogar num precipício ou atropelar uma velhinha para conseguir uma boa foto. É o fotógrafo profissional. “Eu sou um profissional, entende”, ele pergunta. Poucos entendem.

JR Duran não pertence a nenhuma das três tribos. Ela não fala sobre fotografia nem se questionado objetivamente. Uma vez, perguntei-lhe: “E o Cartier-Bresson, hein, Duran, que tal?” E ele: “É francês; deve ser pretensioso”. E só. Insisti, lembrando uma frase engraçada de Cartier- Bresson: “O foco é um conceito burguês”. Duran sorriu, como se dissesse “não falei que ele era pretensioso...”

JR Duran não fala sobre técnica. De passagem, porém, conta que aprendeu metereologia. Para fotografar melhor ao ar livre. “Saber metereologia ajuda a não perder tempo, a controlar o cenário de fotos exteriores”, diz. E nada diz sobre arte, sobre foto-jornalismo e sobre sua relação com as modelos. Esse silêncio sobre o metiê se estende ao próprio ato de fotografar. Pelo menos, aconteceu comigo, que fui fotografado duas vezes por Duran (não eram fotos eróticas). Como um sargento, ele manda você sentar ali, ficar mais para esquerda, olhar mais para a direita, levantar e – clic, clic, clic clic, clic – estamos conversados.

Em contrapartida, se se menciona o nome de um escritor, Duran fala a beça. Menciona seus livros, cita trechos, compara-o com outros escritores, analisa. Mais: vários de seus ensaios fotográficos são decalcados de obras literárias. Ao contrário da maioria dos fotógrafos, que se inspiram nas (ou copiam, imitam ou chupam) fotos de colegas renomados, Duran faz fotos literárias.

Já nos seus romances ele usa recursos fotográficos. “Lisboa” e “Santos” são livros de frases curtas, que se atêm ao em redor. Num clic ele flagra objetos, ruas, gentes, sentimentos. Busca visualizá-las, situá-las objetivamente numa paisagem para que o leitor possa contemplá-las. O andamento dos livros, o seu enredo, também deriva da linguagem fotográfica. É como se uma foto viesse depois da outra, rapidamente, de maneira a se tornar uma narrativa cinematográfica.

Duran se tornou escritor quando era criança. Foi uma experiência banal e traumática. Na escola, um professor passou um tema para uma composição: “A chegada da chuva”. Duran gostou do que escreveu. Achou que ficou bom. No dia da entrega dos trabalhos corrigidos, o professor entregou todos, menos o de Duran, que ficou encafifado, perguntando-se o que teria ocorrido. No final da aula, interpelou o mestre. O professor devolveu a redação com um zero e um comentário: “Isto você copiou de algum escritor”.

Duran ficou irritado. Muito irritado. Tão irritado que parou de escrever. Foi uma reação incompreensível, ele admite. O professor na verdade lhe fez um elogio, pois reconheceu na redação o trabalho de um escritor. Só que, estupidamente, não atribuiu o trabalho ao menino. Algum estranho mecanismo psicológico fez com que o garoto passasse décadas sem escrever.

Em compensação, tornou-se um leitor compulsivo. Aos treze anos, ele leu o romance “O vermelho e o negro”, do francês Stendhal. Percebeu que o livro lhe abria a possibilidade de vislumbrar outros mundos, outras paisagens, outras pessoas. Não parou mais de ler. O silêncio da sua escrita correspondeu à invasão de seu imaginário pelas frases de centenas de escritores. Todos os dias, logo ao acordar, ele lê livros durante quarenta minutos. Costuma perguntar o que as pessoas lêem. Pergunta de caso pensado, pois reformulou um dito bíblico para entender o próximo: “Diz-me o que lês e te direi quem és”.

Ao longo dos anos, lentamente, o escritor voltou a se ocupar da escrita. Começou o diário. As cartas a si mesmo. Os cartões-postais. Um dia, quando morava em Nova York, deu-se a iluminação. Duran tinha sido contratado para fazer um determinado trabalho durante dez dias, começando num feriado prolongado. Na última hora, o serviço foi cancelado. O fotógrafo se viu então numa cidade que não gostava muito, deserta de amigos, sem ter o que fazer durante dez dias. “Fiquei muito puto”, lembra o fotógrafo. O que fazer para matar o tempo? Ele tinha dinheiro. Tinha milhas e mais milhas acumuladas no seu cartão de passageiro aéreo. Poderia ter pego um avião para qualquer lugar no mundo.

Duran resolveu escrever um romance. Um romance que começa com o personagem muito puto, em Nova York. Para escapar do emputecimento, ele vai ao aeroporto e, sem saber direito pega um vôo para uma cidade praticamente desconhecida, Lisboa. O romance, que recebeu o título de “Lisboa” ficou pronto em dez dias. Duran voltou a burilá-lo depois, cortando excessos, e não o mostrou a ninguém durante dez anos. Terminou por mostrá-lo a uns dois amigos. O jornalista Wagner Carelli, então à frente da editora Francis, ficou sabendo. Numa festa, pediu a Duran que lhe mandasse o original. O fotógrafo pensou que era apenas conversa de festa e não o enviou. Carelli insistiu, recebeu o romance, gostou e o publicou.

“Lisboa” se passa em sete dias. O personagem principal, que não tem nome, vai a Lisboa, encontra uma mulher, vai atrás dela em Nice, na costa Mediterrânea da França, e tem um caso com ela, de poucas horas. Retorna a Lisboa, onde reencontra seu irmão, que não vê há muitos anos, e aguarda que a mulher retorne de Nice. Ela volta. Há um crime. Ele é suspeito. Entre uma coisa e outra, o personagem telefona para Los Angeles e não consegue falar com uma mulher que o abandonou. E só. É pouco, mas é o suficiente para criar um ambiente, um mundo soturno, encalacrado

“Lisboa” é um romance de negativas. Seus personagens não têm psicologia, nacionalidade, personalidade. Não se sabe praticamente nada deles, a não ser a aparência e as ações. Eles são levados pelo acaso, numa trama de suspense e coincidências. O narrador adota a perspectiva do homem sem nome que se envolve numa trama que não lhe diz respeito. Mas, vendo o romance de uma perspectiva mais distante, percebe-se a intenção controladora do escritor: o romance se passa em apenas três dias do personagem principal, nos quais ele evoca milhares de sensações, pensamentos, atos e lembranças. Se a fotografia é um recorte do espaço que perdura no tempo, “Lisboa” é um recorte de três dias do tempo que perduram no espaço de um livro.

Procurando bem, é possível encontrar Duran em “Lisboa”. O personagem principal telefona para seu apartamento em Nova York e deixa recados na sua própria secretária-eletrônica contando o que se passa com ele – meio como as cartas que o fotógrafo envia para si mesmo. Há o gosto pelas viagens, encaradas como vias de acesso ao desconhecido e ao inesperado. Há um apego estrito às formas do real, que é conscientemente distorcido. Nesse ponto, a influência talvez seja menos da fotografia que das pintura de Matisse, que participa da trama (o pintor morou em Nice; o personagem visita uma exposição com suas obras; a personagem que morre é assassinada com um catálogo de Matisse). No mais, o romance tem pouco a ver com Duran. Há uma cena de sexo, por exemplo, uma sodomia, mas ela é tão erótica quanto um manual de uma Rolleyflex.

Quando “Lisboa” foi publicado não aconteceu quase nada. Pouca gente o leu, e os comentários foram mínimos. A impressão é que o autor, por ser um fotógrafo de renome, não foi levado a sério, foi tomado por um diletante. Duran não se sentiu encorajado nem desencorajado. Mas, como gostou imensamente de escrever, decidiu prosseguir. Ele gostou de duas coisas. Primeiro, do controle que o escritor desfruta. Ao contrário do fotógrafo, ele não depende da luz, das lentes, dos fricotes das modelos; controla tudo. Em segundo, gostou da liberdade de poder fazer o que bem entendesse, sem prestar contas a nada e ninguém. Por isso, fez “Santos”, que foi lançado em março.

Novamente, o título do romance nomeia uma cidade, à beira-mar, na qual se fala o português. Novamente, o tempo é concentrado (três dias), o personagem principal é misterioso, há suspense e ele se envolve com um crime. O climão geral de “Santos” é o mesmo de “Lisboa”. Mas as diferenças, que são sutis, tornam o romance mais complexo, mais concreto. A famosa (e infame) realidade nacional se impôs à ficção cosmopolita e rarefeita do escritor.

Em “Santos”, o personagem principal tem nome. Ele se chama Raul e é um escritor fracassado que, em vez de escrever, faz anotações à margem das centenas de livros que lê. Ele é um bandido, um assassino, que aprendeu suas artes em família: seu pai, insinua-se, foi torturador durante a ditadura militar. Seu objetivo é participar de um sequestro para levantar uma nota preta e pagar suas dívidas de jogo.

O romance se passa na Baixada Santista, entre Guarujá e Mongaguá. A maioria dos personagens são homens pretensamente duros. Na verdade, são pobres diabos, bandidos sem eira nem beira, fracassados, pontas de lança de um sadismo que permeia todas as relações sociais do sadismo. Tudo será de quem chegar primeiro, é um lema possível para eles, que reproduzem, em pequena escala, os mecanismos que, cada vez mais, são a tônica da vida nacional: o roubo, a traição, a violência, o salve-se-quem-puder, o cada-um-por-si-e-o-Estado-contra-todos.

À margem dos machos há duas jovens. Uma é Anna, a menina milionária que rouba o pai, a liberada que ri (da gente) nas colunas sociais. Sua adrenalina vem da transgressão, que no entanto é oca: não há regras que valham a pena transgredir. Anna é um estereótipo de uma certa juventude que não tem ligação nenhuma com o país, que vive da sua exploração e quer que ele se exploda. Seu oposto exato é Janete, a mocinha trabalhadora que, ao encontrar Raul, ingressa na marginalidade e começa a sua ascensão social.

Os personagens, a sociedade e o país mostrados em “Santos” não têm saída honesta, dentro da lei. Nem fora da lei. Não há futuro à vista para ninguém. Nem passado. Tanto que o livro termina com um suicídio, com negatividade absoluta: “Seu corpo obedece à lei da gravidade: por isso o mar tem pressa de engoli-lo. A última sessão de cinema, o filme de sua vida comprimido e em alta velocidade que deveria passar frente aos seus olhos durante a queda não se projeta. Mas, antes de o corpo bater na água para sempre, ele tem tempo de pensar que não quer mesmo se lembrar de mais nada”.

Há um escritor em ação, JR Duran.



PLATINUM

A revista A de acordo com Dulce Pickersgill, sua diretora, tem como objetivo "oferecer os luxos raros e secretos da vida... , elevando seu espírito fashion com o glamour das peças vintage assinadas por estilistas consagrados". Para ilustrar este conceito, não tive dúvida de ir em busca do clima criado pelos mestres da fotografia de moda nos anos quarenta, com o fundo manchado, mas com o twist de ter uma verdadeira loira platino personificada pela modelo Ives Kolling da agência Ten.

a_ives1.jpg

a_ives2.jpg

a_ives3.jpg



MAIORIDADE

Isabeli Fontana é o belíssimo rosto, escolhido por Lenita Assef para celebrar, na capa, o aniversário de dezoito anos da revista Elle Brasil. Os tons dourados do título da revista, e das chamadas, que os pixels não conseguem registar são absolutamente brilhantes, e perefeitamente ofuscantes, quando confrontados pessoalmente nas bancas.

elle_cover_isabelifontana_news.jpg



IMPÉRIO (2)

Ucho Carvalho é, entre outras coisas, o consultor de estilo da revista Daslu. É da cabeça e dos conhecimentos ilimitados de Ucho que surgem as idéias para, por exemplo, ambientar corretamente as produções de moda da revista.

daslu_nap1.jpg

daslu_nap2.jpg

Para a matéria “O código Napoleão”, publicada na última revista Daslu, Ucho Carvalho indicou, e exigiu, as peças e os móveis que, depois de uma longa pesquisa, foram garimpados em antiquários de São Paulo por uma vasta equipe coordenada por Patrizia Ramalho.

daslu_nap3.jpg

daslu_nap4.jpg

daslu_nap5.jpg

daslu_nap6.jpg

daslu_nap7.jpg



IMPÉRIO (1)

Napoleão e seu Império são a inspiração das novas tendências da moda. A modelo Daniela Lopes veste o espíritu da época, na capa da nova revista Daslu, em um cenário impecavelmente produzido. Luxo, calma, voluptuosidade e uma mulher poderosamente bela. Uma combinação explosiva.

daslu_covernapoleao_news.jpg



SEM PALAVRAS (2)

O ensaio para a revista s/n, de Bob Wolfenson, foi produzido por Cesar Fassina e Juliano Pessoa. Tinha feito alguns trabalhos com a modelo Ingrid Vilas-Boas (Daslu Sevilla, Cia.Marítima, Homem Vogue, Daslu Trancoso) e achava que ela tinha uma beleza no estilo de Maria Callas, que poderia ser explorado de uma maneira que desse a impressão de ser uma mulher inatingível.

sn_materia1news.jpg

sn_materia2news.jpg




abril 2016
março 2016
fevereiro 2016
janeiro 2016
dezembro 2015
novembro 2015
outubro 2015
setembro 2015
agosto 2015
junho 2015
maio 2015
abril 2015
março 2015
fevereiro 2015
janeiro 2015
dezembro 2014
novembro 2014
outubro 2014
setembro 2014
agosto 2014
julho 2014
junho 2014
maio 2014
abril 2014
março 2014
fevereiro 2014
janeiro 2014
dezembro 2013
novembro 2013
outubro 2013
setembro 2013
agosto 2013
julho 2013
junho 2013
maio 2013
abril 2013
março 2013
fevereiro 2013
janeiro 2013
dezembro 2012
novembro 2012
outubro 2012
setembro 2012
agosto 2012
julho 2012
junho 2012
maio 2012
abril 2012
março 2012
fevereiro 2012
janeiro 2012
dezembro 2011
novembro 2011
outubro 2011
setembro 2011
agosto 2011
julho 2011
junho 2011
maio 2011
abril 2011
março 2011
fevereiro 2011
janeiro 2011
dezembro 2010
novembro 2010
outubro 2010
setembro 2010
agosto 2010
julho 2010
junho 2010
maio 2010
abril 2010
março 2010
fevereiro 2010
janeiro 2010
dezembro 2009
novembro 2009
outubro 2009
setembro 2009
agosto 2009
julho 2009
junho 2009
maio 2009
janeiro 2008
dezembro 2007
novembro 2007
outubro 2007
setembro 2007
agosto 2007
julho 2007
junho 2007
maio 2007
abril 2007
março 2007
fevereiro 2007
janeiro 2007
dezembro 2006
novembro 2006
outubro 2006
setembro 2006
agosto 2006
julho 2006
junho 2006
maio 2006
abril 2006
março 2006
fevereiro 2006
janeiro 2006
dezembro 2005
novembro 2005
outubro 2005
setembro 2005
agosto 2005
julho 2005
junho 2005
maio 2005
abril 2005
março 2005
fevereiro 2005
janeiro 2005
dezembro 2004
novembro 2004
outubro 2004
setembro 2004
agosto 2004
julho 2004
junho 2004


Receba um aviso quando
tiver novidades no site,
basta colocar seu e-mail
no box abaixo e enviar.