CARIMBO

De agora em diante as modelos fotografadas aqui no estudio saem, todas, com uma nova peça para seu vestuario. Uma t-shirt preta em que está escrito “I WAS PHOTOGRAPHED BY J.R.DURAN”. Ana Hickmann foi a primeira a se exibir.

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PAREDÃO

A fina ironia dá bom resultado sempre na publicidade. Para falar da beleza do revestimento de parede Durawall Robson Oliveira e Mauricio Machado, da DPZ, criaram, sob a direção de Jose Zaragoza e Carlos Rocca, estas duas peças.

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VELVET UNDERGROUND

Leticia Spiller é capaz de incorporar qualquer personagem desde que ele seja totalmente incontrolável. Quando é fotografada ela se esconde em uma área equidistante entre os desejos do fotógrafo e o imaginário popular. Os resultados são sempre surpreendentes como, por exemplo, os deste ensaio feito para a revita UM onde as intenções de Letícia aparecem envolvidas em veludo.

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SCREAM

Filmes são uma fonte de inspiração, inesgotável, para o mercado publicitário do mundo inteiro. Uma das cenas mais marcantes da história do cinema, a que acontece no chuveiro no Bates Motel no filme “Psycho” dirigido por Alfred Hitchcock em 1960, serviu de inspiração a Maurício Machado e Robson Oliveira (com direção de criação de Jose Zaragoza e Carlos Rocca) da agência DPZ para vender os produtos Deca. A minuciosa recriação da imagem levou em conta, até, a textura da película do filme original.

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FLY ME TO THE MOON

O estilo de vida de um casal jetrosexual, a versão “high mile” e metrosexual dos “jet setter”, foi a inspiração para esta matéria de moda realizada para a revista Iguatemi. Além de ter o prazer de fotografar a espetacular Ana Hickmann, mais uma vez, foi divertido poder brincar de manobrista, durante uma tarde inteira, com os pequenos tratores que puxam os jatos estacionados de dentro dos angares. A direção de arte é de Erh Ray que utilizou carimbos retirados de seu acervo de passaportes vencidos.

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PARTY

O que aconteceu com Caroline Bittencourt em uma determinada festa todo o mundo já está cansado de saber. Mas para realizar as fotos que acompanham um perfil dela, na revista VogueHomem, foi divertido voltar ao tema e recriar de uma maneira estilizada, e com elegância, o momento aparentemente infeliz que mudou para sempre a vida de Caroline.

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GO WHERE

A nova campanha da agência McCann para o automóvel Corsa exibe uma série de imagens com modelos de uma maneira inusitada na comunicação da Chevrolet. Pela primeira vez eles estão soltos nas fotos das diferentes peças e não imediatamente ao lado do carro como complementos do produto. Entre as diferentes peças de mídia estão estas cinco placas de rua, sequências, no tamanho 6m x 3m. A direção de criação é de Marcelo Lucatto e a criação de Cau Saccol e Maribel Suarez. A foto do carro é de Hilton Ribeiro.

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DISTÂNCIA

Letícia Spiller é a capa da revista UM deste mês. Parodiando o famoso anúncio de Calvin Klein, aquele dos anos setenta com Brooke Shields, posso dizer que as plumas que cobrem o corpo dela são as únicas coisas que existem entre Letícia e o leitor.

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SENHOR

A edição do Jornal da Tarde, do passado dois de maio, publicou no caderno Variedades, e com o título de “Fotógrafo de fantasias”, uma longa e detalhada entrevista feita pelo jornalista Júlio Maria. Curiosamente ele insistiu em me chamar, o tempo todo, de senhor apesar de eu ter pedido, várias vezes, que deixasse de lado essa formalidade.

“Mais de 25 anos se passaram desde que JR Duran fotografou uma mulher nua para a Playboy pela primeira vez. Nome requisitado pela publicidade e por revistas masculinas, o espanhol radicado no Brasil se tornou especialista em um ser que define com poesia: “Ninguém descobriu ainda de que planeta vieram as modelos”. Personagem da chamada indústria da imagem, Duran fala sem falsos pudores sobre as artimanhas de se fotografar sonhos. “Não é a verdade que está em jogo”. No final, dispensa o fotógrafo do JT e envia fotos próprias para serem publicadas. Um dos maiores nomes da fotografia tem pavor de ser fotografado.
Jornal da Tarde – O fotógrafo é um mentiroso?
JRDuran – Não, a fotografia é uma verdade. Quem conta essa verdade pode até ser um mentiroso,mas ela é uma verdade.
JT - A naturalidade de uma modelo fotografada, por exemplo, é fruto de muita produção. Essa naturalidade não é uma mentira?
JRD - Sei onde você quer chegar. É o seguinte: eu tenho um mundo que existe e minhas fotos escrevem esse mundo. Se ninguém mais consegue enxergar esse mundo, não quer dizer que eu seja um mentiroso. Estou contando para as pessoas as coisas que eu enxergo. A imagem que faço existe de verdade no momento da foto, ainda que ela desapareça meia hora depois.
JT - O senhor faz qualquer mulher ficar bonita?
JRD - Creio que sim. Mesmo porque não existem mulheres tão feias assim. É tudo uma questão de proporções e produção. O corte certo do cabelo, a cor certa do batom, a maquiagem certa. É um equilíbrio que faz uma pessoa ser mais marcante que outra. Não vou dizer que faria todas as mulheres bonitas. O que posso dizer é que conseguiria fazer todas se tornarem interessantes.
JT - Alina Fernández, filha de Fidel Castro, posou para o senhor por três dias e as fotos nunca saíram na Playboy porque o resultado não ficou satisfatório. Foi impossível torná-la interessante?
JRD - É possível tornar uma mulher interessante desde que ela queira. Alina não quis.
JT - Quando foi que o senhor jogou a toalha?
JRD - Quando acabou o filme (risos). Eu pensei: ‘essa mulher não piscou e nem sorriu nenhuma vez. Acho que esse negócio não vai dar certo’.
JT - Se pudesse, publicaria as fotos?
JRD - Não sei. Para ser sincero, nem me lembro mais como eram essas fotos. Entreguei tudo para a revista e me arrependo inclusive de não ter ficado com nada. Me surpreendi quando resolveram contar isso (em uma matéria para a revista Mitsubishi). Era algo que estava enterrado como um pacto e, no meio, alguém resolveu chutar o balde.
JT - O senhor se lembra da primeira vez que esteve diante de uma mulher nua?
(Duran olha intrigado)
JT - Profissionalmente, claro.
JRD - Ah... me lembro das duas, mas vamos falar profissionalmente.
JT - O senhor tremeu?
JRD - Era uma matéria para a Playboy e eu nunca havia fotografado um nu na minha vida. Um diretor de arte da revista disse que eu poderia fazer um teste. Então descobri uma garota esplendorosa em uma agência, isso há 25 anos. Na hora das fotos foi muito engraçado. Havia descoberto a mulher mas não sabia o que fazer com ela. Fiz as fotos, mostrei e a revista aprovou.
JT - Se todas as mulheres podem ficar interessantes, como o senhor diz, por que só entram nas revistas aquelas que seguem os padrões de beleza?
JRD - Não, espera aí. Existe uma myopia nisso. As modelos de sucesso não têm padrão de beleza. Naomi Campbell, Linda Evangelista... Todas as modelos de sucesso são produtos de uma miscigenação. Se você pegar todas e fizer suas árvores genealógicas, verá que não seguem nenhum padrão. Neste mercado, o que se busca é a personalidade.
JT - Está todo mundo enganado?
JRD - Nunca entendi isso. As misses sim, têm padrão de beleza. As modelos não.
JT - Não há padrão de magreza?
JRD - As mulheres não são magras, são normais. Estão no peso certo.
JT - Gisele Bündchen não é magra?
JRD - Mas aí é... Está bem, vamos lá. Você já viu um jóquei alto?
JT - Não.
JRD - Por que eles não colocam um homem alto para montar cavalos?
JT - Não sei, talvez pelo peso.
JRD - Então. Por que a modelo não pode ser magra? Por que invocam com modelos magras e não com jóqueis baixos? É a mesma coisa, cada um faz o que sabe fazer.
JT - Não há muitas mulheres querendo ser Gisele Bündchen?
JRD - Ninguém vai pegar uma mulher parecida com Bündchen para colocar no mercado. As pessoas querem o fenômeno Gisele Bündchen, não alguém parecido com Gisele Bündchen. A modelo que se parecer com ela está acabada.
JT - Quando é que o profissionalismo corre riscos no seu ofício?
JRD - Em que sentido?
JT - Não é fácil perder a cabeça por uma modelo estonteante?
JRD - É o mesmo que em outras profissões. Pilotos de aviação com aeromoças, médicos com enfermeiras. Isso só acontece quando duas pessoas se sentem atraídas. Mas são as pessoas não tão profissionais que se deixam levar por esses instintos. Acredito que consigo me controlar bastante bem. Antes de mais nada sou um fotógrafo, não um galinha.
JT - Como é possível quebrar o gelo da modelo que posa nua pela primeira vez?
JRD - Não acredito na figura do fotógrafo sedutor. Chega com aquela voz macia, não sei o quê. Sou um freelancer que trabalha para a Playboy. Quando as pessoas chegam aqui, já sabem o que vão fazer. Já tiveram reuniões com diretores, agentes, produtores. Há toda uma negociação de seis meses antes de começarmos.
JT - O senhor não faz nada do tipo senta aí, toma um cafezinho...
JRD - Não, não sou seboso. Prefiro dizer ‘desculpa, quando você estiver pronta me avisa’. A pessoa está lá e uma hora, mais cedo ou mais tarde, vai ter que fazer as fotos. Há um contrato e eu não tenho pressa. A parte complicada, na verdade, não é essa. A parte complicada é como fazer uma matéria que irá surpreender o leitor dessa revista.
JT - Nunca aconteceu de a mulher fechar o contrato, chegar aqui e...
JRD - Já aconteceu de tudo, de tudo, de tudo. Você pode inventar tudo o que você quiser que....
JT - Fique tranqüilo, não vamos inventar nada.
JRD - Inventar não, desculpe. Você pode imaginar o que quiser.
JT - Inclusive mulheres que chegam aqui e vão embora sem fazer as fotos?
JRD - De tudo, de tudo. E todas as vezes a gente vê coisas acontecendo que nunca vimos antes.

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JT - O senhor ainda é muito severo com algumas modelos?
JRD - O único severo que conheço é Severo Gomes, o ex-ministro. O que você quer dizer com severo?
JR - Quero dizer severo, duro.
JRD - Acho que já fui muito pentelho mas, graças a Deus, não sou mais. Fui muito... Bem, posso te dizer que fui severo demais. Mas isso foi em uma época, nos anos 80, em que essa profissão no Brasil estava começando, em que as modelos chegavam ao estúdio duas horas atrasadas, em que a falta de profissionalismo era muito grande. Eu deixava de trabalhar com quem chegasse atrasada. Havia casos de modelos que tínhamos de mandar o carro buscá-las em casa. Me tornei severo porque decidi que faria as coisas como aprendi que deveriam ser feitas. Hoje em dia não preciso mais ser assim porque todo mundo faz o que sabe que tem de fazer.
JT - Photoshop, o programa de computador que corrige imperfeições como estrias e celulites nas fotos de mulheres nuas, deixou de ser um palavrão, um pecado?
JRD - Nunca foi um palavrão para mim. Photoshop é uma ferramenta. O problema é quando as pessoas fazem mau uso dele. Uma cor errada de batom,umexagero de base, uma cor de cabelo estranha. Acredito que hoje em dia não exista nenhuma foto, a não ser a foto jornalística, da qual as pessoas não tirem uma espinha ou algo assim
com o photoshop. Não há nenhuma revista de categoria que publique fotos que não passem por tratamento.
JT - Quando é que o photoshop exagera?
JRD - O exagero não existe. Se o cara quer exagerar, distorcer alguma imagem, ele está fazendo o que quer, ele tem seu propósito. Fotografia é uma coisa livre em que pode-se fazer o que quiser.
JT - Se me permite retomar a primeira pergunta, aqui a fotografia não começa a mentir demais?
JRD - Não...
JT - Transformar uma mulher cheia de cellulites e estrias em uma deusa não seria uma mentira?
JRD - Mas uma mentira para quem?
JT - Para o leitor.
JRD - Que nada, meu. Mostra essa deusa para um homem para você ver se ele não vai gostar. Não existe mentira. Alguém, por acaso, vai comprar essa mulher? O cara vai pegar essa foto e ir comprar a mulher no mercado? A verdade não é o que está em jogo aqui. Nós estamos falando de imagens, de mulheres de outro planeta. Há um livro diz que os homens são de Marte e as mulheres são de Vênus. Mas
as modelos são de um planeta que ninguém descobriu ainda. É uma categoria que ainda não foi definida. É a categoria do sonho. Ninguém está falando: “Olha, essa mulher não tem celulite”. Essa é uma discussão boba.
JT - Uma discussão boba?
JRD - Sim, desculpe. O grave para mim foi o que fizeram quando houve a explosão daquele trem em Madri (atentado em março de 2004). Houve uma foto emblemática que rendeu até prêmios para o fotógrafo que a fez. Mostrava um homem no chão com uma perna destroçada. Me\ lembro que, na época, um dos jornais brasileiros tirou essa pessoa da foto para publicar esta imagem. Isso sim é grave. Agora, se a mulher que o cara viu como uma deusa na revista der bola para ele na rua, duvido que vá mandá-la embora quando descobrir que ela tem celulite.
JT - As mulheres não ficam muito iguais nas revistas masculinas?
JRD - Não, de jeito nenhum.
JT - Se cobrir o rosto delas, o senhor sabe quem é quem?
JRD - Eu sei. Você está fazendo a pergunta para o cara errado (risos).
JT - Um leitor normal não saberá.
JRD - Eu não concordo. Essa premissa é falsa.
JT - Quando todas as mulheres são perfeitas, não se tornam iguais?
JRD - Não, está errado. Se fossem iguais poderíamos publicar a mesma revista todos os meses.
JT - O estímulo final que se provoca no leitor, que é o mesmo, não é o que importa?
JRd - Não, não, não, não. Está errado.
JT - Não sei se consegui explicar...
JRD - Conseguiu sim, mas eu discordo. As mulheres não ficam todas iguais porque as revistas não plastificam as mulheres. Não existe isso. Há quadris largos, peitos grandes, peitos pequenos, bundas pequenas, bundas grandes... É uma generalização banal.
JT - Qual foi a mulher mais difícil de fotografar?
JRD - Isso Eu não conto nem para o papa Bento 16.
JT - E a mais divertida?
JRD - Nem para o papa Bento 16.
JT - O que é um nu artístico?
JRD - Não faço nem idéia.
JT - Existe nu artístico?
JRD - Deve existir, muita gente faz.
JT - O senhor fotografa isso?
JRD - Eu sou um fotógrafo de profissão que fotografa campanhas de publicidade, mulheres nuas, que escreve livros, que fotografa a vida como eu a enxergo. Se minhas fotos são artísticas ou não, só as pessoas podem dizer.
JT - Quando trabalha para campanhas de publicidade o senhor deixa as mulheres elegantes. Quando trabalha para revistas masculinas, deixa as mulheres sexy. O que é mais difícil?
JRD - Para mim é uma coisa só. Quando fotógrafo mulheres vestidas eu penso que elas estão nuas. Quando fotografo mulheres nuas, penso que estão vestidas. As vestidas ficam mais sensuais e as nuas, mais elegantes. Não existe diferença. Todo trabalho é um desafio.
JT - O que acontece se o senhor colocar o filme na máquina antes de a modelo chegar ao estúdio?
JRD - Esta é uma superstição que realmente funciona para mim. E não é nem chegar até o estúdio. É até a modelo estar pronta em minha frente para ser fotografada.
JT - A prática já confirmou a teoria?
JRD - Sim. Uma vez ia fotografar um ministro de Estado que tinha muito pouco tempo. Meus assistentes prepararam tudo e, de repente, na última hora, o ministro cancelou as fotos. No estúdio, falei para o assistente nunca colocar um filme antes de tudo estar pronto.
JT - Não assinar o nome inteiro também é uma superstição?
JRD - Não, isso é um... (faz pausa de 11 segundos). Sim, pode ser sim.
JT - Por quê?
JRD - (Faz pausa de 15 segundos). Fico pensando que é engraçado. Por que as pessoas querem saber o que significa o J.R.?
JT - A indústria da imagem faz cada vez mais mulheres perderem a cabeça em busca do corpo perfeito. Muitas se tornam anoréxicas em casos mais graves. Qual a parcela de culpa do fotógrafo nessa história toda?
JRD - Nenhuma. Essas mulheres que se sentem feias deveriam procurar um bom fotógrafo. É mais barato do que um cirurgião plástico”.



REVIVAL

Durante os anos oitenta existiu, com muito sucesso, uma revista de moda no Brasil chamada de... Moda Brasil. A matéria “Esporte Chique”, da revista Iguatemi número treze, é uma releitura das matérias realizadas naquela época. Sem saudosismo.

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RINGUE

O universo do boxe inspirou filmes memoráveis. Desde “Somebody up There Likes Me” de Robert Wise até “Million Dolar Baby” de Clint Eastwood a lista é extensa e boa. “Fat City” de John Huston”, “Raging Bull” de Scorcesse e, até, algum da quase pavorosa série “Rocky”. Para reportagem de moda publicadas na revista VogueHomem, produzidas por Govanni Frasson, os modelos foram misturados com personagems da vida real e fotografados com uma linguagem, e uma atitude, descaradamente cinematográfica. O conhecido técnico de boxe Carolo faz uma participação especial e decisiva.

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AEROPORTO

As lendárias pernas de Ana Hickmann são as protagonistas da nova capa da revista Iguatemi. Os aviões, que aparecem na foto, quase somem em volta dela.

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